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A escola não pode ficar indiferente às situações de violência

Por Hortência Brito Novais, Agente de Pastoral do Colégio Marista Arquidiocesano, de São Paulo

Autores renomados têm lançado livros sobre autoconhecimento, conhecimento sobre o outro – em todos os seus aspectos -, propondo uma sociedade menos agressiva, mais acolhedora. O historiador Leandro Karnal e a Monja zen budista Coen Sensei lançaram recentemente livro para refletir sobre a intolerância e sobre como transformar uma cultura de violência em cultura de paz.

A reflexão deve se expandir o máximo possível. A escola, por exemplo, deve se apropriar dessa discussão, afinal o espaço escolar é o ambiente das relações sociais que marcam e estruturam o processo de socialização e de diferentes experiências para os estudantes, para os educadores e para a Comunidade Escolar. É lugar de reflexões sobre a não-violência, de fomentar pensamentos e ações sobre a superação das violências, sobre a efetivação de políticas públicas que transformem espaços juvenis em espaços de dignidade, de direitos garantidos, de bem-estar, de saúde e de lazer na superação das desigualdades sociais e das violências nas diferentes esferas.

Enquanto fenômeno social, a violência se espalha constantemente nas mídias – incluindo as sociais –  como atrativo da banalização, crescendo drasticamente, de modo a tornar-se um desafio para as escolas, garantindo que o tema ‘violência’ seja trabalhado em seus currículos pedagógicos. E a Campanha da Fraternidade deste ano veio justamente para dialogar sobre a superação das violências na escola.

Com o enfraquecimento da ética em diferentes setores que também são referenciais, é um desafio para a escola realizar o seu agir educacional de maneira dialogal e de encontro às violências, às desigualdades, à desvalorização da vida, entre outras situações.

E para que esse modo de agir seja autêntico, é necessário fundamentar a educação a partir da multidisciplinaridade, da ética, das normas da instituição, considerando uma pedagogia da não-violência por meio da formação integral.

Favorecer o debate e a participação efetiva dos estudantes é um caminho democrático e de mudança de paradigma que proporciona aprofundamento estratégico mediante a metodologia utilizada e fortalece as ações que a escola propõe no processo educacional para a cidadania e para a paz, mantendo um espaço de comunicação permanentemente aberto à escuta.

Uma instituição de ensino que viabiliza a criticidade dos estudantes e identifica o foco das violências assume o compromisso de implementar métodos que geram mudanças e qualidade educacional para a paz em um ambiente em que se busque viver dimensões atitudinais sociais do bem viver. A educação perpassa todo o contexto histórico nas dimensões social e individual dos seres humanos.

Por fim, a escola também não pode ficar indiferente às situações violentas, não pode ser espaço de polarização, tem que ser espaço de sinergia para a vida.

Hortencia Brito Novais

 

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