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Projeto ‘Semear e Colher: formas de saber cuidar’ reforça parceria família-escola

“O vovô Francisco chegou e vai começar a trabalhar com a gente”, afirmou a professora Cristianne Pandolfi, do 1° ano. Essa foi a fala que abriu a manhã do projeto ‘Semear e Colher: formas de saber cuidar’, com os alunos do Infantil 4 e do 1º ano. Os pequenos foram fazer uma horta – parte do projeto Saber Cuidar – e contaram com a visita do senhor Francisco Antônio Monteiro, agrônomo e professor da Esalq (Escola Superior de Agricultura ‘Luiz de Queirós’, da Universidade de São Paulo) para ajudar nesse rico processo.

O avô da Malu e do Pedro, ambos alunos do Arquidiocesano, começou indagando às crianças: “Quem já colocou uma sementinha no canteiro para nascer uma plantinha?”, “Pode ser um passarinho?”, “Vocês sabiam que nem toda semente foi plantada por nós, às vezes foi um passarinho?”.

As professoras Cristianne e Catherine Bassit orquestravam as turmas para que todos aprendessem a plantar. “Vamos fazer canteiro das nossas plantinhas. Tem mudinha e sementinha para vocês. Estão vendo? Aqui temos mudinhas, planta pequena… ela era uma sementinha, germinou, cresceu e virou mudinha. Ela não sabe falar, mas sabe crescer. A mudinha bebe água pela raiz. Temos aqui cebolinha e salsa”, explicou sr. Francisco.

A ambientação dava gosto de ver. Teve alvoroço na fila por conta da animação, teve aluno participando (“Esse aqui é o habitat das plantas”, “Eu uso cebolinha na comida”).

O senhor Francisco foi coordenando tudo junto com os funcionários da Manutenção: “Vai dando uma alinhada. Furando a terra, mexendo, revezando cebolinha com salsinha” e os próprios funcionários aproveitaram para pedir dicas sobre adubação, por exemplo. Segundo o agrônomo, “o Arqui está fazendo um trabalho elogiável com os canteiros formados, designando pessoas para cuidar de todas as etapas do projeto. É ótimo que as crianças estejam envolvidas desde cedo em iniciativas como essa. Pretendo ajudar fazendo análise da terra, observando o espaçamento entre mudas, ‘fazendo’ o desenho dos canteiros”, acrescentou.

“Vocês sabiam que o Arqui está produzindo esterco orgânico aqui? Vocês já devem ter ouvido falar na compostagem, não é?”, questionou.

Depois de tantas perguntas e muitas respostas, de tanto manuseio com a terra, todos foram para o anfiteatro para um bate-papo informal. Foi uma oportunidade de as crianças esclarecerem dúvidas. Confira abaixo algumas das perguntas feitas pelos pequenos:

“Tem semente na banana?”

“Quanto tempo demora para crescer o tomate?”

“Como nasce a beterraba?”

“Como faz o adubo?”

“Pode nascer planta no rio?”

“Como a raiz nasce?”

“O que a planta carnívora come?”

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