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Projeto Águas Rasas, exemplo de experiência de voluntariado

 

Ela é aluna do Ensino Médio do Marista Arquidiocesano de São Paulo, tem 17 anos e encabeça o projeto de voluntariado ‘Águas Rasas’. O programa, apoiado pela escola, teve início em outubro e consiste em dar aulas de natação, duas vezes por semana, para crianças de 8 a 12 anos de Instituições de Caridade.

Quem dá as aulas é um professor do Arqui e a Carol, junto com um grupo de voluntários, que dá apoio na piscina, ajudando as crianças nas primeiras braçadas.

“A ideia do Águas Rasas surgiu a partir da minha intenção em estudar fora do Brasil e atividades de voluntariado são importantes nos processos seletivos de universidades. Outro ponto importante tem a ver com algo que aprendi no Arqui: a importância de ajudar o próximo”, afirmou a estudante que está inclinada a escolher a carreira de Medicina.

Depois de ter visitado cinco instituições e conhecer algumas das crianças que tem aulas conosco, entendi a necessidade de ajudar, de todas as formas possíveis, as outras pessoas. Infelizmente, nunca realizei nenhum trabalho de voluntariado antes, mas posso dizer que, apesar de o projeto estar no início, pude olhar para o mundo de uma forma diferente, com urgência de mudá-lo e de torná-lo um lugar melhor.

Solenidade

O projeto teve até momento de solenidade. A aluna reuniu representantes das instituições contempladas pelo Águas Rasas, do NAC (Núcleo de Atividades Complementares), da diretoria do Marista Arquidiocesano, os pais e demais apoiadores do programa. Fez agradecimentos a todos os que compareceram à ocasião.

A natação na vida da Carol

Desde pequena, Carol nadava e, diferentemente do que se imagina, o seu início foi difícil. “Tinham dias frios e, em outros, eu me sentia muito cansada”, afirmou. Porém, o cenário mudou quando a garota participou da primeira competição: “Estava nervosa e não queria cair na água. A minha primeira prova era de 400 metros e tive que ir e voltar umas 8 vezes”. Resumo: Carol ficou cansada, mas sentiu-se desafiada a melhorar a performance. Dali em diante, começou a nadar mais rápido, mais forte, ‘dando a alma’ nos treinos.

A partilha da experiência da aluna na piscina, vale como uma lição de vida, tanto para as crianças do Águas Rasas quanto para nós. “Quero que vocês desfrutem muito dessa experiência e não desistam no primeiro dia de frio ou de cansaço, porque nós esperamos que, com essas aulas, vocês não apenas aprendam a nadar ou se divirtam, mas também, que levem uma lição para as suas vidas: o único jeito de conseguir o que vocês querem, é persistindo no que vocês acreditam”, finalizou, sabiamente, a aluna Marista.

 

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